Polí­cia

Foto: Dicom SSP/TO

Foto: Dicom SSP/TO

A Polícia Civil do Tocantins (PC-TO) efetuou na manhã desta segunda-feira, 3,a prisão de um homem, de 32 anos, que é apontado como sendo o principal suspeito de matar um homem de 29 anos, fato ocorrido na madrugada da última sexta, dia 31, em Barrolândia.

Na ocasião, o indivíduo que foi capturado mediante cumprimento a mandado de prisão preventiva, teria invadido a casa de sua ex-companheira e, com um disparo de arma de fogo, matado o atual namorado dela. Além de praticar o homicídio contra a vítima, o autor também teria ameaçado e agredido a mulher.  

Conforme explica o delegado-regional, José Lucas Melo, titular da 5ª Delegacia Regional de Paraíso do Tocantins, a prisão ocorreu em Paraíso após o sujeito se apresentar com seu advogado, após negociações feitas pela defesa técnica do suspeito e a Polícia Civil do Tocantins. Após ser dado cumprimento a mandado de prisão, foi realizado o interrogatório do homem, que deu sua versão sobre o caso. 

Após a realização das providências legais cabíveis, o indivíduo foi encaminhado à Unidade Penal Regional de Paraíso, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário. 

De acordo com o delegado José Lucas Melo, a prisão é de suma importância a fim de que a Polícia Civil possa esclarecer todas as circunstâncias do  fato. “Trata-se de um um crime brutal, que chocou toda a comunidade, mas que teve uma resposta rápida da Polícia Civil do Tocantins, que por meio da 10ª Central de Atendimento em Miracema e da equipe coordenada pelo delegado Clecyws Antônio de Castro Alves, e apoio da 5ª DRPC, não mediu esforços para identificar e localizar o principal suspeito pelo homicídio, que, com certeza, será totalmente esclarecido com a investigação da 65ª Delegacia de Barrolândia”, pontuou o delegado regional.  

A delegada Iolanda de Sousa Pereira, titular da 65ª DP, por sua vez, informou que todas as circunstâncias do caso estão sendo apuradas e que nenhuma linha de investigação foi descartada no momento. Certo é que materialidade e autoria já estão definidas e tão logo o inquérito policial seja concluído, ocorrerá a remessa ao Judiciário e ao Ministério Público. (SSP/TO)