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Estado

O coordenador da campanha do ex-governador Siqueira Campos, o ex-senador Eduardo Siqueira Campos em entrevista ao Conexão Tocantins afirmou que “não há motivo para terrorismo” com relação ao julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 4125 que trata da demissão dos servidores comissionados da máquina pública impetrada pelo PSDB.

Eduardo desafiou o governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB) a mostrar a lista dos servidores que estão trabalhando. “Basta o governo ir à público mostrar quem está trabalhando”, frisou. O coordenador questiona os servidores que ganham DAS12 que segundo ele, a maioria nem comparece nas secretarias. “Não precisa decisão do Supremo para que o governo libere a lista dos servidores de DAS12 de quem nunca derramou uma gota de suor”, frisou.

Eduardo diz ainda que a decisão do Supremo ao analisar a lei que criou os cargos será um indicativo para o governo de como lidar com as contratações na administração. Nesse sentido ele cita a necessidade de realizar concursos e ainda de manter quem está efetivamente trabalhando. “Por trás de toda essa discussão existem pessoas sérias que estão trabalhando e podem ser encontradas nas repartições, estas eu tenho certeza absoluta que justiça nenhuma deixará de abrigar”, salienta.

Prejuízo político

O coordenador afirmou que o governo está sendo oportunista com a questão da ADI. “Existe falsidade nesse debate e muito oportunismo”, disse. “Tem gente que não compreendeu ainda que esse tipo de esperteza política não há de prevalecer no Supremo”, pontua.

“Quem está efetivamente trabalhando já podia estar ganhando mais se não tivesse dividindo o sacrifício do povo tocantinense com pessoas que efetivamente não trabalham”, falou explicando que o intuito do partido é evitar que os cargos sejam distribuídos para aliados políticos.

“Eu me recuso a entrar nesse debate de esperteza e falta de respeito ao funcionalismo que trabalha nessa tentativa de aparecer de santo salvador durante ao dia e agindo na calada da madrugada tentando dar prejuízo político”, disse. Eduardo questionou ainda a autoria das faixas que foram distribuídas nas rotatórias do centro nesta terça-feira, 1º de junho. Ele diz que respeita a manifestação do sindicalismo.