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Polí­tica

Foto: Divulgação

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O presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) da Câmara dos Deputados, deputado federal Ângelo Agnolin (PDT-TO), comandou na tarde desta terça-feira, 17, audiência pública que debateu as políticas sobre “Revenda de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência”.

Na oportunidade, Agnolin reconheceu os avanços já alcançados no sentido de melhorar a vida da pessoa com deficiência, mas adiantou que é preciso superar desafios, no que tange, principalmente, a acessibilidade. “Ainda temos muito por fazer, nossa luta não vai parar até que consigamos atingir nosso objetivo, que é fazer deste país um lugar acessível para todos, seja no que tange a locomoção, o trabalho ou às oportunidades”, defendeu o deputado.

Como expositor da audiência, Flavio Scavasin, membro do movimento “Cidade para Todos”, representando a sociedade civil, apresentou um raios-X da deficiência no Brasil e falou de diversos temas que devem ser levados a sério na promoção da autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social das pessoas com deficiência.

Dentre os assuntos abordados por Scavasin, está a tecnologia assistiva, que é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida. “Para a maioria das pessoas, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis”, destacou Scavasin.

Henrique Grego, representante da Associação Brasileira de Ortopedia Técnica  - ABOTEC, defendeu a regulamentação da profissão de ortesista e protesista no Brasil, criação do curso de formação ortesistas e Protesitas, explicou o comércio de próteses e a atuação do SUS e INSS na área e reclamou a demora na tramitação de um projeto de lei que regulamenta a profissão de ortesista e protesista, que desde 2005  espera por deliberação da Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.