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Foto: Divulgação Não podem participar do conselho, o Poder Legislativo, Judiciário e Ministério Público Não podem participar do conselho, o Poder Legislativo, Judiciário e Ministério Público

O PL 03/2018, de autoria do executivo municipal, tramita na Câmara Municipal de Gurupi desde o dia 6 deste mês e esteve na pauta da Sessão Ordinária dessa última terça-feira, 17. Para ser votado, no entanto o vereador sargento Jenilson pediu vistas para analisar o projeto. 

Na sessão desta quinta-feira, 19, o Projeto de Lei (PL) voltou a plenário e foi aprovado por unanimidade com emendas modificativa, aditiva e supressiva do vereador e presidente da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, Ivanilson Marinho (MDB). “Foram três emendas para deixar claro objetivo, funções e competências desta Lei. Uma delas, aditiva, prevê que as funções como membros do Conselho Municipal de Saúde (CMS) não serão remuneradas”, informou Marinho.

Dentre as finalidades do órgão estão a fiscalização do Sistema Único de Saúde (SUS) em âmbito municipal, definir diretrizes e prioridades para a elaboração dos planos de saúde assim como controlar e deliberar critérios de uso e recursos do Fundo Municipal de Saúde.

CMS

O CMS é uma previsão legal amparada pela Lei Federal n° 8.142/1990, que regulamenta as formas de constituição dos conselhos municipais de saúde, com a participação da comunidade no Sistema Único de Saúde (SUS). O CMS será composto por 16 membros titulares e 16 membros suplentes, sendo 25% destes representado por organizações governamentais, instituições de iniciativa privada conveniada, ou instituições sem fins lucrativos; 25% de entidades organizadas, representativas por profissionais da área de saúde e 50% de entidades e movimentos organizados que representam os usuários do sistema de saúde.

Os membros da Mesa Diretora serão escolhidos por processo de eleição direta para um mandato de três anos. A mesa Diretora será composta por presidente, vice-presidente, 1º e 2° secretário. Não podem participar do conselho, o Poder Legislativo, Judiciário e Ministério Público.

“O próximo passo é encaminhar o projeto ao prefeito para sansão”, explicou o presidente em exercício na sessão desta quinta, Zezinho da Lafiche (PROS).