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Foto: Divulgação

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A presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Tocantins (SINPOL/TO), Suzi Francisca, e o presidente do Sindiperito, Silvio Jaca, juntamente com a presidente da Feapol, Priscilla Bittar, a presidente da AEPTO, Vladya Souza, o presidente da Agepol, Marco Albernaz, o representante da Aspa e o representante da Aspol/TO, estiveram reunidos na tarde desta terça-feira (18) onde participariam de uma reunião marcada pelo secretário-chefe da Casa Civil, Deocleciano Gomes Filho, no Palácio Araguaia.

Segundo os representantes sindicais, após 40 minutos de espera, o secretário desmarcou a reunião que aconteceria às 14h, alegando “força maior”. Os representantes da Polícia Civil novamente saíram sem nenhuma resposta do governo sobre o Plano de Cargos, Carreira e Subsídio (PCCS). A reunião foi remarcada pelo secretário para quinta-feira, 20, às 10h30.

Entenda

Os representantes da Polícia Civil apresentaram ao Governo do Estado, na última quarta-feira (12), a contraproposta referente ao PCCS, conforme decido na  Assembleia Geral Extraordinária desta última segunda-feira (11).

O governo ficou de avaliar e marcar uma reunião juntamente com o Comitê Gestor para dar uma resposta a classe.

Contraproposta 

No documento, foi informado que a proposta de 5% apresentada pelo Comitê Gestor do Governo foi rejeitada pelos policiais Civis do Tocantins.

Diante disso, foi apresentado ao Estado uma contraproposta com reajuste linear para todas as categorias, com o montante que será disponibilizado pelo governo, para tratar de forma isonômica todos os cargos da Polícia Civil. Ou seja, o mesmo percentual aplicado aos Delegados deverá também ser disponibilizado as outras carreiras, além das progressões funcionais até 04 de janeiro de 2022.

Já as tabelas não foram apresentadas pelos sindicatos pois o valor do montante não foi disponibilizado, ficando a cargo do Comitê Gestor aplicar de forma linear para todos os cargos.